Frases Soltas: Resenha HQ: Os Mortos Vivos 2 - The Walking Dead

11 de fevereiro de 2013

Resenha HQ: Os Mortos Vivos 2 - The Walking Dead


Neste segundo volume da série de Hqs que deu origem à prestigiada série televisiva The Walking Dead, nossos heróis continuam a busca por um local seguro para sobreviver, e se deparam com mais três sobreviventes na estrada, que estavam famintos e cansados. Eles se juntam aos companheiros de Rick, e Tyresse, sua filha e seu genro ajudam o grupo da maneira que podem.

Tyresse logo se sente como parte daquela família e sabe que num grupo grande a chance de sobrevivência é muito maior, infelizmente sua filha e seu genro não pensam da mesma forma, e como estão cansados de viver sendo controlados, planejam secretamente se matar.

Eles chegam a Wiltshare States, um condomínio fechado, que a princípio eles acham que é seguro, mas que logo percebem que está infestado com uma quantidade tão grande de zumbis que mesmo eles estando em um grande número, não seria possível exterminá-los. Donna, a mãe dos gêmeos morre durante um ataque, e eles decidem partir.

Durante uma caça na floresta, Carl leva um tiro, e então é socorrido pelo seu “agressor” que não tinha percebido que ele era uma criança, que o leva para a fazenda, onde é tratado e melhora.

Aqui encontrei algumas divergências da série de TV. Sophia continua viva, assim como Otis e Hersel tem mais filhos vivos. O celeiro cheio de zumbis está lá, e eles realmente acabam com todos eles, mas não fogem todos juntos durante um ataque, eles são expulsos de lá pelo Hersel e tem que pegar a estrada novamente, Glen decide ficar com Maggie, e os outros continuam sua busca por um lugar seguro até encontram a prisão.

Apesar de não ser fã de HQs, essa tem uma boa história, ela tem muito conteúdo, muitas coisas acontecem e ainda sim a leitura é muito rápida. Fãs da série que leram o livro que conta a história da ascensão do governador, vão fazer a relação entre o livro e a HQ quando na parte em que eles deixam Wiltshire States, aparece uma placa pintada na frente do condomínio, que a princípio estava encoberta pela grama e que dizia “Não entre, todos mortos”.





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