Frases Soltas: Resenha: A Esperança

12 de dezembro de 2011

Resenha: A Esperança

Terminei agora de ler “A Esperança”, e já vou logo aproveitar o entorpecimento que o livro causa para fazer esta resenha que a princípio eu achei que fosse ser bem complicada, mas que agora, pensando melhor, não vai ser tanto assim porque posso resumir o livro em apenas uma palavra: sofrimento.
Katniss sofre mais neste livro do que nos dois primeiros juntos. Sofre por ela mesma, sofre por Gale, sofre por sua mãe e Prim, sofre ainda mais por Peeta, sofre por Finnick e pelas mortes que ela presencia enquanto se mostra ativa na guerra, por ter que encarnar de vez o personagem Tordo, que é o símbolo da revolução.
Ela se dedica de corpo e alma ao combate à Capital com o intuito de matar Snow com suas próprias mãos, mas ficamos na dúvida de até que ponto ela está sendo realmente usada como o Tordo para um bem maior. Será que esta revolução liderada pela presidente Coin do distrito 13 não servirá apenas para objetivos próprios?
Fiquei com essa dúvida até o final do livro, onde ela não foi de fato sanada, ainda fiquei um pouco na dúvida depois de ler como foi que o presidente Snow morreu.
Chorei como uma criança no reencontro de Katniss e Butercup e detalhe, eu estava lendo no ônibus rs. Butercup foi o protagonista da cena mais emocionante do livro, isso na minha humilde opinião de admiradora da série.
Eu me emocionei muito com a leitura, Katniss teve que enfrentar muitas perdas dolorosas, e a esperança que dá título ao livro, às vezes parecia que seria perdida, e em um determinado momento, realmente foi, mas graças à ajuda de Peeta, ela foi restaurada, não como o anseio para um futuro diferente, mas como um recomeço, onde cada dia seria vivido intensamente, sem cobranças, sem medos e frustrações.
Gostei do final, achei que foi bem realista. A princípio fiquei chateada com Gale, mas depois compreendi que se ele não partisse, Katniss jamais o deixaria ir embora, pela necessidade que ela tinha do conforto que a presença dele exercia na vida dela. E conforto e compreensão foram tudo o que ela mais precisou, não só neste livro como nos outros dois que compõe esta trilogia.
Chorei, ri, torci e enfrentei junto com Katniss a morte, que se fez tão presente nessa história.
Posso dizer que Suzanne Collins me conquistou, entrou pro hall dos meus autores preferidos e eu mal posso esperar pra ver Jogos Vorazes no cinema!
Recomendadíssimo!!!!! Cinco estrelinhas pra este aqui!


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