Frases Soltas: Maze Runner - Livro 1 - Correr ou Morrer

1 de junho de 2011

Maze Runner - Livro 1 - Correr ou Morrer

“Que esse meio-trolho sirva de advertência a todos: não se pode escapar pelo fosso da caixa.”
Num lugar conhecido por poucos chamado Clareira, todo mês chega um rapaz, no mesmo dia e no mesmo horário, geralmente numa idade entre infância e adolescência e sem nenhum propósito aparente.
Esse rapaz chega à Clareira por meio de um elevador apelidado de caixa preta. Ele chega desmemoriado, sem lembrar nem o seu nome nem nada sobre si mesmo.
Thomas é um desses rapazes e quando ele chega está nesta situação, desmemoriado e desnorteado, mas ao contrário dos outros garotos, aquele estranho lugar cercado por muralhas de alguma forma estranha, lhe parece familiar, e ele se sente em casa.
Há cerca de dois anos esses meninos se encontram nesse local, trabalhando cada um em uma função e recebendo suprimentos pela caixa para sobreviver. Não há nenhum adulto por ali, e eles têm de se organizar numa sociedade em que cada um tem as suas responsabilidades para que essa convivência forçada funcione.
Na muralha da Clareira existem quatro imensas portas que são abertas todas as manhãs, quando se passa por elas chega-se em um labirinto. Este labirinto é percorrido todos os dias pelos Corredores, meninos da Clareira que desempenham essa função.
Eles correm por eles o dia inteiro e à noite, quando os portões da muralha se fecham, eles fazem um mapa do caminho que percorreram, pra no dia seguinte tentar achar uma saída.
Só que à noite os muros do labirinto se movem e o caminho muda, e se você tentar percorrer o caminho fora da luz do dia, pode encontrar os verdugos, meio animais, meio máquinas, que matam sem piedade quem cruzar o seu caminho.
Interessante não?
Mas as coisas tem a sua reviravolta quando de dentro da caixa sai uma garota, coisa que nunca aconteceu antes, com um bilhete dizendo que ela seria a última e sussurrando que as coisas iam mudar.
Mas como assim mudar?
A primeira mudança é que os suprimentos param de chegar, a segunda é que os portões não se fecham mais à noite e eles estarão à mercê dos verdugos e a terceira é, bem, a terceira é que de alguma forma a garota parece conhecer Thomas de algum outro lugar além da Clareira.
Thomas então decide ser picado por um verdugo para passar pela transformação, que é a única forma de recuperar algumas de suas lembranças, para descobrir o porquê dele sentir que aquele lugar lhe é familiar de uma forma tão estranha e para achar uma saída pelo Labirinto e tentar levar todos pra casa.
Este livro é maravilhoso! Fazia tempo que eu não me sentia tão envolvida assim por uma história, lendo quase devorando as páginas pra saber como seria o final. E olha, quando você pensa que vai acabar tudo bem, a história dá um giro de 360º e tudo muda novamente, chega a ser enlouquecedor!

Estou muito ansiosa pelo segundo volume desta trilogia para ver o que vai acontecer nessa história tão fascinante!
Maravilhoso!


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